Povos originários

Samu Indígena reduz mais da metade do tempo-resposta em emergências

Desde que serviço de atendimento foi implementado, já foram registradas mais de 2,4 mil ocorrências, o equivalente a 204 por mês

O Samu Indígena atende principalmente as aldeias Guarani Kaiowá, Guarani Ñandeva e Terena, em Dourados (MS)

 -  (crédito: João Risi / Ministério da Saúde)
O Samu Indígena atende principalmente as aldeias Guarani Kaiowá, Guarani Ñandeva e Terena, em Dourados (MS) - (crédito: João Risi / Ministério da Saúde)

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) Indígena reduziu mais da metade do tempo entre o acionamento até a chegada da equipe de saúde ao local da chamada de emergência, saindo de 15 minutos para 6. A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde, nesta sexta-feira (14/8). 

A iniciativa, com equipe própria para atendimentos nas aldeias, já beneficiou 25 mil pessoas de três etnias da reserva indígena do município de Dourados, no Mato Grosso do Sul. Desde que foi implementado pela pasta da Saúde, em agosto de 2025, já foram registradas mais de 2,4 mil ocorrências, o equivalente a 204 por mês. Segundo o ministério, o atendimento está disponível 24 horas por dia, nos sete dias da semana. 

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Antes do Samu Indígena na região, uma ocorrência dependia do deslocamento de uma equipe a partir de outras bases do Samu em Dourados. Agora, a presença da equipe dentro do território assegura que a assistência inicial ocorra com mais agilidade, especialmente em casos de emergência médica, como em pacientes com acidente vascular cerebral (AVC), traumas graves e quadros de insuficiência respiratória.

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Além disso, o projeto amplia o acesso aos serviços de saúde dentro do território indígena beneficiado, bem como estreita a comunicação entre as comunidades e os profissionais de saúde. Entre os 14 profissionais que compõem a equipe, sete são indígenas com fluência em português e guarani, uma das línguas maternas da população local.

O Samu Indígena atende principalmente as aldeias Guarani Kaiowá, Guarani Ñandeva e Terena.

*Estagiário sob a supervisão de Andreia Castro

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CY
postado em 14/08/2026 15:20 / atualizado em 14/08/2026 15:21
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