
O pré-candidato à Presidência da República e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a acusar o governo do ex-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, de atuar financeiramente pela vitória do atual chefe do Executivo brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, durante as eleições de 2022. A mesma alegação foi utilizada por apoiadores do então presidente Jair Bolsonaro, pai de Flávio, após a derrota naquele pleito.
O filho 01 do ex-presidente participou do Conservative Political Action Conference (CPAC) — evento anual promovido pela direita norte-americana —, em Dallas, no Texas. Durante discurso, ele afirmou que o governo Biden teria atuado por meio da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) para intervir nas eleições brasileiras daquele ano.
“As mesmas pessoas que prenderam meu pai tiraram este homem — o ex-presidente socialista Lula da Silva, condenado várias vezes por corrupção — da prisão e o colocaram de volta na Presidência. Tudo isso sob uma enxurrada de dinheiro da USAID e com massiva interferência do governo Biden”, disse o senador.
Flávio Bolsonaro ainda se mostrou confiante com uma vitória nas eleições de outubro: “Trump 2.0 está muito melhor do que Trump 1.0, certo? Pois o Bolsonaro 2.0 também será muito melhor”. Também pediu para que não houvesse “interferências” nas próximas eleições.
“Como eu disse: eu vou vencer, porque ainda temos a vontade do meu povo. Mas, para isso, é preciso preservar eleições livres e justas — e esse é um grande desafio. Se nosso povo puder se expressar livremente nas redes sociais e os votos forem devidamente contabilizados, nós venceremos”, acrescentou o pré-candidato.

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