
As escalas de aeroporto sempre foram vistas como a parte menos prazerosa de uma viagem — uma espécie de “tempo perdido” — mas essa realidade está mudando. Segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), o volume de passageiros deve chegar a 5,2 bilhões em 2025, o maior da história. Com isso, a demanda por soluções que tornem as conexões mais confortáveis e produtivas impulsiona a transformação das salas VIP.
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Longe de ser apenas um lugar para sentar, os lounges do futuro são verdadeiros oásis de comodidade. Em grandes hubs internacionais como Cingapura e Dubai, os viajantes já encontram:
- Tecnologia para produtividade: cabines equipadas para videoconferências.
- Bem-estar: pods para cochilos, chuveiros inteligentes e até espaços para ioga e massagem.
- Lazer e serviços: áreas de jogos, bares e restaurantes com menus especiais.
Plataformas como o Priority Pass são a prova de que a escala se tornou uma parte do roteiro de viagem. Com acesso a mais de 1.700 salas VIP e experiências em 145 países, o viajante pode escolher entre relaxar em um spa, trabalhar em um espaço de coworking ou simplesmente explorar as comodidades.
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Conectados ao futuro do turismo
Uma pesquisa global com 12 mil viajantes mostra que a inovação digital é um dos aspectos mais valorizados na experiência aeroportuária. Entre as prioridades destacam-se:
- Integração total ao smartphone check-in, acesso ao lounge, solicitação de serviços e alertas de voo em um único aplicativo
- Pagamentos simplificados incluindo carteiras digitais
Essa tendência acompanha outro movimento importante: o aumento das viagens de longa distância. Segundo o relatório Travel Trends 2025, da ABTA, 34,2% dos viajantes planejam visitar destinos fora da Europa e da América do Norte este ano, contra 28,2% no ano passado. Quanto mais longa a viagem, mais relevante se torna uma escala bem planejada e equipada.
Para viajantes a lazer, a vantagem é o conforto. Em vez de esperar em cadeiras desconfortáveis, é possível aproveitar uma piscina ou uma refeição gourmet em lounges. Para os viajantes corporativos, a equação é ainda mais clara: menos deslocamentos e mais produtividade, com acesso a chuveiros e estações de trabalho que reduzem gastos extras e otimizam o tempo de conexão.
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A escala, que antes era uma pausa obrigatória, agora se torna um dos pontos altos da viagem. Afinal, a pergunta já não é mais “quanto tempo falta?”, mas sim “como posso aproveitar ao máximo este tempo?”.
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